A supervisão é uma prática essencial na formação e na continuidade do trabalho clínico em Psicologia. Mais do que um momento de tirar dúvidas, ela é uma oportunidade de elaborar escutas, rever posicionamentos técnicos e éticos, e fortalecer a segurança na atuação profissional.
Este espaço é dedicado a quem está iniciando ou já atua na clínica e deseja refletir sobre:
Quando é o momento ideal para buscar supervisão?
Que tipos de supervisão existem e como escolher?
Como aproveitar ao máximo esse espaço?
Quais os impactos da supervisão no cuidado ao outro e no cuidado de si?
Compartilhe suas experiências, dúvidas e percepções. Aqui, cada troca fortalece o exercício ético, cuidadoso e consciente da nossa profissão.
Eu tenho esse suporte atualmente no estágio clínico do Serviço de Psicologia Aplicada da PUC-Rio. Pretendo buscar supervisão novamente quando eu me formar para me ajudar em decisões clínicas e obter mais experiência. Acredito que deve ser buscada para manter um compromisso ético e uma prática clínica segura.
Eu gosto da ideia de fazer supervisão para ter uma espaço de troca e aperfeiçoamento. Atualmente, também estou apenas com a supervisão do SPA. Mas quando começar a atender por fora, pretendo frequentar uma supervisão, preferencialmente em grupo porque acho mais rico, pelo menos nos primeiros anos de clínica.
Eu vejo a supervisão como um recurso fundamental, não só no início da trajetória, mas em qualquer momento em que sentimos que algo em um atendimento nos desafia. Poder contar com esse olhar externo, cuidadoso e comprometido, fortalece nossa escuta e nossa postura profissional.
É um espaço que exige humildade, sim — mas também nos oferece muito em troca: segurança, embasamento e crescimento.
Acredito que a supervisão é essencial no início da carreira pois um olhar mais experiente certamente pode trazer direções mais seguras para o processo terapêutico. É bom para o cliente e é bom para nós, por contar com esse apoio e saber que estamos buscando fazer o melhor para o nosso paciente. Lidamos com questões muito importantes e é muita responsabilidade. Apenas alguns anos não nos preparam o suficiente, por isso, além da supervisão, o desenvolvimento contínuo também é imprescindível.